
Por vezes sinto mais a tua falta, tenho saudades da sensação de protecção que me davas.
Nunca deixaste que me faltasse nada, estavas sempre por perto quando precisava, dizias sempre as coisas certas, nada te assustava, como desejei ter a tua força e a tua garra.
Não foram dias fáceis, lamento as coisas erradas que fiz, lamento não ter-te dito o quanto eras para mim, lamento na hora da despedida não ter tido coragem de dizer nada, o silêncio sufocava-me, mas as palavras não saiam.
Não sabes o quanto desejei estar no teu lugar, que tivesse sido eu ... a falta que me fazes, eras o meu suporte, a minha força, a minha consciência, sei que naquele momento muitas pessoas perderam algo, mas eu perdi tudo.
Ter de seguir sem ti, já ninguém ia encarar as minha lutas, já não tinha um lugar meu, um porto seguro, o ódio que tive pelo mundo. A degradação que se seguiu, sei que fui fundo, que só tinha desprezo pelo mundo, sei que alimentei a ira, a revolta, que destrui coisas sem conta, que matei a humanidade que me deste, que levei o corpo ao limite, que a dor não me incomodava, era o único que não rejeitava.
Ter de crescer mais uma vez a força, passei a ser eu comigo próprio, acabaram ali as ajudas, voltar a renascer consciente de que não contava com ninguém dos que me rodeavam, ultrapassar tudo sozinho, deixar de ser aquilo em que me tinha convertido, deixar o rancor por te ter perdido.
Tentei ser melhor por tudo o que me ensinas-te, por tudo o que me dizias que podia ser e ter, pela força que me deste durante o tempo que partilhamos, fiz de tudo para que te orgulhasses de mim onde quer que estejas.
E mais uma vez lamento ter voltado ao mesmo, e estar de novo a fazer as coisas erradas, ainda não me habituei a ideia de perder quem é importante, a cada perda enfraqueço, volto a desiludir acima de tudo a mim.
Terei de renascer de novo, mas confesso que não me apetece mais lutar.
Nunca deixaste que me faltasse nada, estavas sempre por perto quando precisava, dizias sempre as coisas certas, nada te assustava, como desejei ter a tua força e a tua garra.
Não foram dias fáceis, lamento as coisas erradas que fiz, lamento não ter-te dito o quanto eras para mim, lamento na hora da despedida não ter tido coragem de dizer nada, o silêncio sufocava-me, mas as palavras não saiam.
Não sabes o quanto desejei estar no teu lugar, que tivesse sido eu ... a falta que me fazes, eras o meu suporte, a minha força, a minha consciência, sei que naquele momento muitas pessoas perderam algo, mas eu perdi tudo.
Ter de seguir sem ti, já ninguém ia encarar as minha lutas, já não tinha um lugar meu, um porto seguro, o ódio que tive pelo mundo. A degradação que se seguiu, sei que fui fundo, que só tinha desprezo pelo mundo, sei que alimentei a ira, a revolta, que destrui coisas sem conta, que matei a humanidade que me deste, que levei o corpo ao limite, que a dor não me incomodava, era o único que não rejeitava.
Ter de crescer mais uma vez a força, passei a ser eu comigo próprio, acabaram ali as ajudas, voltar a renascer consciente de que não contava com ninguém dos que me rodeavam, ultrapassar tudo sozinho, deixar de ser aquilo em que me tinha convertido, deixar o rancor por te ter perdido.
Tentei ser melhor por tudo o que me ensinas-te, por tudo o que me dizias que podia ser e ter, pela força que me deste durante o tempo que partilhamos, fiz de tudo para que te orgulhasses de mim onde quer que estejas.
E mais uma vez lamento ter voltado ao mesmo, e estar de novo a fazer as coisas erradas, ainda não me habituei a ideia de perder quem é importante, a cada perda enfraqueço, volto a desiludir acima de tudo a mim.
Terei de renascer de novo, mas confesso que não me apetece mais lutar.
Este texto leva-me para outra história minha.
ResponderEliminarAquele pilar que um dia foi embora e que me fez entrar num jogo de malabarismo para encontrar o equilibrio do meu mundo.
Desta vez terás de crescer sem ela. Eu tive de crescer sem ele. Cresci tão mais porque não tinha quem me fizesse ver que já tinha crescido e aos olhos do espelho eu nunca crescia. Até lhe provar (ao espelho) que tinha crescido... cresci sempre. E as dores de crescimento meu caro genzo, são tramadas.