Não desaparecerei por completo,
a minha alma ficará condensada, guardada em alguma parte do universo,
a minha essência perdurará ténue vestida de verso,
o meu nome pairará no ar até ser disperso,
fazendo parte do vento e do seu sopro tenso.
Irás estranhar a minha ausência nas noites esquivas,
mas continuarás a ouvir a minha voz mesmo que longínqua,
continuaremos a ser cúmplices quando começar o novo dia,
invoca a minha ausente companhia.
arrepiante.
ResponderEliminarObrigada pelo comentário. Às vezes é assim, encontramos partes de nós onde menos esperamos.
ResponderEliminarGostei muito do texto e do blog, vou seguir.