quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Sorrisos de papel ... tão frágeis, aguentando firme os embates do dia-a-dia tendo por base apenas a nós próprios, senhores de tão pouco e destinados a tantas incertezas , almas entorpecidas, pensamentos degradados, vidas insolúveis... remando por tempestades sem saber bem onde irá chegar, a luz no horizonte é vista como ponto de uma possível salvação, seja do corpo, alma ou matéria da qual possamos ser feitos.

Sempre em busca de uma grandiosidade, essa que talvez nos fará respirar ou procurando simplesmente o que nos falta para nos completar.

Sorriso de papel e anjo terrestre, fortes, destemidos e frágeis, irónico
pormenor, remamos na mesma direcção, unidos por sentimentos,
vontades, desejos e um turbilhão de emoções... pulsações aceleradas, corações preenchidos reaprendendo a caminhar, não há planos, só mil sonhos e um universo sem limites, definições abstractas da realidade, simples pinceladas coloridas, ar puro, a união de diferentes mundos projectando um único futuro.

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