
Se deixasses de raspar-me a mente
podia não pensar mais,
podia não chegar onde os gritos emudecem,
deixando o sol sangrando por ai.
Já não posso queimar-me mais,
e o vento foge com as minhas cinzas,
assim aprendi a asfixiar-me no fumo dos meus ossos.
Saberás quando morri
porque nem a chuva me alcançará,
as tuas mãos frias já nunca me encontrarão,
e o meu sangue não as recordará.
Bebi o vinho da tua boca,
com os cristais das tuas estrelas apagando-se lentamente,
afundado-se até ao fundo do mar,
ai estarei, nesse jardim azul,
e no meu mundo ninguém poderá entrar
nem sequer o vento ou sol,
tudo será eternamente lento,
sedado, e repleto de canções vazias.
podia não pensar mais,
podia não chegar onde os gritos emudecem,
deixando o sol sangrando por ai.
Já não posso queimar-me mais,
e o vento foge com as minhas cinzas,
assim aprendi a asfixiar-me no fumo dos meus ossos.
Saberás quando morri
porque nem a chuva me alcançará,
as tuas mãos frias já nunca me encontrarão,
e o meu sangue não as recordará.
Bebi o vinho da tua boca,
com os cristais das tuas estrelas apagando-se lentamente,
afundado-se até ao fundo do mar,
ai estarei, nesse jardim azul,
e no meu mundo ninguém poderá entrar
nem sequer o vento ou sol,
tudo será eternamente lento,
sedado, e repleto de canções vazias.
Eu fico sempre sem palavras com os teus jogos de palavras *-*
ResponderEliminarmeu genzo$