
Esta é a história da minha vida, fugir sempre para a frente, mas se perco a cabeça quem me dirá para parar ?
Tenho presa por fazer-me calar, mas as palavras que digo são o que sinto, digo-as da mesma forma que o meu coração bate.
Até posso cair por um precipício, mas sou eu que decido quando salto e com quem me riu, e se choro também queria decidir quando e porque…
A quem mostro as lágrimas, um ser perdido num mundo vazio, que ao acordar apenas observa que está no sitio errado.
Caminho como uma criança perdida, não sei qual o meu destino, vejo-me apenas por aqui sozinho.
Trocava um reino por um amigo que me acompanhe nesta noite longa, que me pronuncie ao ouvido as sílabas do seu nome, que ecoem no meu pensamento como algo seguro, que não me falha, não me tira alento, não me dói, não parte para um sitio incerto, não vai … embora ?
Caminho perdido.
Cabeça louca, seguia sonhos, rompia ondas, defendia-me mesmo com as minhas asas rotas.
Voava contra a corrente, preciso de um anjo da guarda que me sobrevoe nas minhas horas baixas.
Preciso de música que me embale, de chuva a tocar-me a face, que me salves e não me deixes cair na tristeza das noites que passo em vela…
Salva-me e serei o teu amigo mais fiel, levar-te-ei sempre dentro de mim.
Sempre sonhei mesmo acordado, e para mim nunca amanhecia.
És o eco de uma voz longínqua, sou o fogo que te queima, mas salva-me…Vou sair de noite e perder a cabeça, ver as luzes como se fossem aguarelas, com a lua a reflectir-se na minha pele, vou tentar encontrar-me em sítios que me levam para os meus piores lados.
Fecho os olhos e abandono-me, vivo num mundo a parte, preciso que acredites em mim, preciso confiar em alguém.
Tenho presa por fazer-me calar, mas as palavras que digo são o que sinto, digo-as da mesma forma que o meu coração bate.
Até posso cair por um precipício, mas sou eu que decido quando salto e com quem me riu, e se choro também queria decidir quando e porque…
A quem mostro as lágrimas, um ser perdido num mundo vazio, que ao acordar apenas observa que está no sitio errado.
Caminho como uma criança perdida, não sei qual o meu destino, vejo-me apenas por aqui sozinho.
Trocava um reino por um amigo que me acompanhe nesta noite longa, que me pronuncie ao ouvido as sílabas do seu nome, que ecoem no meu pensamento como algo seguro, que não me falha, não me tira alento, não me dói, não parte para um sitio incerto, não vai … embora ?
Caminho perdido.
Cabeça louca, seguia sonhos, rompia ondas, defendia-me mesmo com as minhas asas rotas.
Voava contra a corrente, preciso de um anjo da guarda que me sobrevoe nas minhas horas baixas.
Preciso de música que me embale, de chuva a tocar-me a face, que me salves e não me deixes cair na tristeza das noites que passo em vela…
Salva-me e serei o teu amigo mais fiel, levar-te-ei sempre dentro de mim.
Sempre sonhei mesmo acordado, e para mim nunca amanhecia.
És o eco de uma voz longínqua, sou o fogo que te queima, mas salva-me…Vou sair de noite e perder a cabeça, ver as luzes como se fossem aguarelas, com a lua a reflectir-se na minha pele, vou tentar encontrar-me em sítios que me levam para os meus piores lados.
Fecho os olhos e abandono-me, vivo num mundo a parte, preciso que acredites em mim, preciso confiar em alguém.
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